Este blog não é apologético, nem pretende ser. A teologia é uma junção da dialética de platão com o verbo vivo de Deus-Jesus. Jesus não fez apologética, deixou isso para os Farizeus e Saduceus. Jesus interagiu com seus alunos não só mostrando o caminho, mas fazendo deles cientistas.A dialética era a tônica de sua doutrina tanto na forma como no conteúdo.
segunda-feira, 18 de março de 2013
PORÇÃO DOBRADA
Muitos comentaristas da lição do próximo domingo estão viajando na maionese quando afirmam que Elizeu pediu o dobro do poder de Elias para realizar seu ministério. Para entender o que é porção dobrada temos que fazer exegese pela alta crítica, ou seja, histórica cultural. Na cultura judaica o filho mais velho recebia o dobro de tudo que recebia cada um dos filhos. Ou seja, se o Pai morresse e deixasse 1 milhão e este pai tivesse 11 filhos. O mais velho recebia 500 mil e cada um dos outros dez receberiam 50 mil reais cada um. Isto quer dizer que ser o filho mais velho representava o herdeiro patronal. Herdava a riqueza, o nome, o status, a empresa e no caso de Elias, herdava o ministério. Já que Elizeu nunca andou em busca de posse material, mas espiritual. Portanto ter porção dobrada significa herdar a unção ministerial de Elias, ou a autoridade de Elias. Ou autenticidade do ministério de Elias, jamais o dobro da porçåo de Elias. Ninguém pode receber porçåo dobrada o Espírito. O Espírito não pode ser medido. Seria uma pretensão descabida da parte de Elizeu, e até falta de humildade.
DESCE CALVO
DESCE CALVO(Subsidio exegético)
Na cultura judaica o cabelo comprido representava virilidade, macho, guerreiro, homem além da medida.Exemplo: Sansão, Absalão, Saul, Davi.
Calvo não era bem visto pelos judeus. Os judeus tinha preconceito com a calvície. Em várias passagens bíblicas os calvos costumavam esconder a calvície. Isto decorria do preconceito. Os judeus pensavam supersticiosamente que a calvície era uma tendência homossexual. Dai que os jovens chamaram Elizeu de calvo no sentido pejorativo, na verdade eles estavam chamando Elizeu de homossexual. Dai o motivo ao que sucedeu.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Não Existe Porção Dobrada do Espírito
Muitos comentaristas da lição do próximo domingo estão viajando na maionese quando afirmam que Elizeu pediu o dobro do poder de Elias para realizar seu ministério. Para entender o que é porção dobrada temos que fazer exegese pela alta crítica, ou seja, histórica cultural. Na cultura judaica o filho mais velho recebia o dobro de tudo que recebia cada um dos filhos. Ou seja, se o Pai morresse e deixasse 1 milhão e este pai tivesse 11 filhos. O mais velho recebia 500 mil e cada um dos outros dez receberiam 50 mil reais cada um. Isto quer dizer que ser o filho mais velho representava o herdeiro patronal. Herdava a riqueza, o nome, o status, a empresa e no caso de Elias, herdava o ministério. Já que Elizeu nunca andou em busca de posse material, mas espiritual. Portanto ter porção dobrada significa herdar a unção ministerial de Elias, ou a autoridade de Elias. Ou autenticidade do ministério de Elias, jamais o dobro da porçåo de Elias. Ninguém pode receber porçåo dobrada o Espírito. O Espírito não pode ser medido. Seria uma pretensão descabida da parte de Elizeu, e até falta de humildade.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Pela nova lista da CGADB o Pr. José Wellington sai na frente
Pela nova lista publicada no site da CGADB com 24.169 (vinte quatro mil cento e sessenta e nove)inscritos para votar no pleito da CGADB em Abril no Distrito Federal, o Pr. José Wellington sai na frente com mais de 13 mil inscritos, enquanto o Pastor Samuel Câmara fica em segundo lugar com pouco mais de 11 mil inscritos.
Se é que as articulações de apoio por convenção tem peso, o Presidente já está reeleito e logicamente que a mobilização para levar os inscritos influenciará no resultado. Mesmo que o Pr. José Wellington perca 20% dos inscritos por não conseguir mobilizar cem por cento e o Pr. Samuel perca 10% pelo mesmo motivo, ainda assim o Pr. José Wellington sai na frente, se é que o apoio por convenção irá definir o resultado.
Caso haja infidelidade de centenas de pastores que não obedecerão o compromisso de suas convenções, ai vira um balaio de gato, mas mesmo assim pela probabilidade de traições de ambos lados e pela probabilidade de pastores que não seguirão orientações de Presidentes de convenção para votar, ainda o Pr. José Wellington sairia com vantagem de quase mil votos, digo probabilidade matemática de traições, isto é, pastores que não seguirão orientações de Presidentes para votar, se é que podemos chamar de traição.
O Presidente, se por um lado tem o desgaste de estar muito tempo no poder e seu oponente com promessa de mudança e melhora. De outro lado temos uma Assembléia de Deus com liderança fortemente influenciada pelo coronelismo brasileiro, onde cada Presidente de Igreja tem forte controle regional sobre os eleitores. Ademais, a porcentagem de Presidentes na terceira idade é de 90% por cento em todo país. O que traria vantagem para o Pr. José Wellington. Os da terceira idade tem muito mais medo do novo, do que pode mudar, enquanto os mais novos são mais afeitos a mudanças e novidades. Ocorre que os mais novos representam apenas 10 % dos Presidentes. Outro fator que pesa e influencia é a forma como se conduz a eleição. Se por um lado há reclamação de desorganização da máquina, por outro há a reclamação pela forma abrasiva do concorrente usando todos os meios para alcançar seu intento, inclusive por meios judiciais e mobilização para fazer barulho no plenário quando não concorda com atos da mesa. Aqui neste quesito, os dois empatam. Até porque a maioria, digo 60% dos votantes não acompanharão as plenárias. Irão apenas no dia da votação.Foi o que ocorreu no último e no penúltimo pleito eleitoral da CGADB.
A forte influencia dos Presidentes que comandam votos regionais irá definir o resultado. Dai que o Pr. José Wellington sai na frente, já que a maioria dos Presidentes tem cargo na CGADB ou deve favor ou está atrelado ministerialmente a muitos que tem cargo na mesa, nos conselhos e nas comissões. E há um ditado que é melhor ter uma andorinha na mão do que duas voando. Esta influencia do presidente de Igrejas irá definir o resultado. É a velha história do poder da máquina de ganhar uma eleição.Portanto deixo aqui uma análise política ministerial do modus operandi de eleição da mesa convencional da CGADB sem paixão, já que todos sabem que eu voto no meu Presidente de Convenção.
Se é que as articulações de apoio por convenção tem peso, o Presidente já está reeleito e logicamente que a mobilização para levar os inscritos influenciará no resultado. Mesmo que o Pr. José Wellington perca 20% dos inscritos por não conseguir mobilizar cem por cento e o Pr. Samuel perca 10% pelo mesmo motivo, ainda assim o Pr. José Wellington sai na frente, se é que o apoio por convenção irá definir o resultado.
Caso haja infidelidade de centenas de pastores que não obedecerão o compromisso de suas convenções, ai vira um balaio de gato, mas mesmo assim pela probabilidade de traições de ambos lados e pela probabilidade de pastores que não seguirão orientações de Presidentes de convenção para votar, ainda o Pr. José Wellington sairia com vantagem de quase mil votos, digo probabilidade matemática de traições, isto é, pastores que não seguirão orientações de Presidentes para votar, se é que podemos chamar de traição.
O Presidente, se por um lado tem o desgaste de estar muito tempo no poder e seu oponente com promessa de mudança e melhora. De outro lado temos uma Assembléia de Deus com liderança fortemente influenciada pelo coronelismo brasileiro, onde cada Presidente de Igreja tem forte controle regional sobre os eleitores. Ademais, a porcentagem de Presidentes na terceira idade é de 90% por cento em todo país. O que traria vantagem para o Pr. José Wellington. Os da terceira idade tem muito mais medo do novo, do que pode mudar, enquanto os mais novos são mais afeitos a mudanças e novidades. Ocorre que os mais novos representam apenas 10 % dos Presidentes. Outro fator que pesa e influencia é a forma como se conduz a eleição. Se por um lado há reclamação de desorganização da máquina, por outro há a reclamação pela forma abrasiva do concorrente usando todos os meios para alcançar seu intento, inclusive por meios judiciais e mobilização para fazer barulho no plenário quando não concorda com atos da mesa. Aqui neste quesito, os dois empatam. Até porque a maioria, digo 60% dos votantes não acompanharão as plenárias. Irão apenas no dia da votação.Foi o que ocorreu no último e no penúltimo pleito eleitoral da CGADB.
A forte influencia dos Presidentes que comandam votos regionais irá definir o resultado. Dai que o Pr. José Wellington sai na frente, já que a maioria dos Presidentes tem cargo na CGADB ou deve favor ou está atrelado ministerialmente a muitos que tem cargo na mesa, nos conselhos e nas comissões. E há um ditado que é melhor ter uma andorinha na mão do que duas voando. Esta influencia do presidente de Igrejas irá definir o resultado. É a velha história do poder da máquina de ganhar uma eleição.Portanto deixo aqui uma análise política ministerial do modus operandi de eleição da mesa convencional da CGADB sem paixão, já que todos sabem que eu voto no meu Presidente de Convenção.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
EVANGELHO OU DESPACHO ?
A prática do despacho ou trabalho na feitiçaria está enraizada na cultura brasileira e inconscientemente o ser humano passa acreditar na força do despacho. Um católico quando passa por aperto costuma pedir oração para uma tia que é crente e na dificuldade pode até pedir para o cunhado que é macumbeiro fazer um trabalho ou despacho para aliviar sua dor. Um evangélico frequentador de uma Igreja tradicional na hora do aperto pode recorrer a uma outra denominação que promete alívio imediato em troca duma boa oferta.
Dai que este sincretismo tem se infiltrado também no meio evangélico e com ele uma alavancagem de heresias.
O despacho se caracteriza pela a ação de quem tem fé no despacho. A pessoa procura um feiticeiro e este feiticeiro dá a receita do despacho, exemplo: 7 velas pretas, 7 velas vermelhas, 7 velas brancas, uma galinha, um pote de barro, milho, bolo, bebida e mil reais para o despachante, ou seja o guru que cobra para fazer o despacho. Agora, o que faz o evangelho misturado que não é o genuíno da palavra de Deus.Ele pega a fraqueza desta cultura que está fortemente enraizada no inconsciente do brasileiro porque termos raízes, viemos de uma religião e usa como isca para enganar os que acreditam no despacho gospel.
Exemplo: hoje você vai fazer a sua oferta de mil reais, é a semente de mil reais. Hoje você vai dar tudo que você tem, seu carro, sua casa. Quem não aceitar a receita não tem fé e não acredita no milagre. Hoje você vai fazer um desafio, ou tudo ou nada. Hoje você vai fazer a sua oferta de sacrifício. Hoje você vai comprar o lenço suado com suor do apóstolo e vai esfregar em todos os móveis da sua casa para dar sorte. Cada lenço custa cem reais. Amanhã estaremos vendendo o sabonete ungido e depois de amanhã estaremos vendendo o óleo ungido e sal de Israel. Quem crer no despacho será abençoado, quem não crer vai ser amaldiçoado, ou dá ou desce como disse um líder religioso ensinando outros líderes a arrancar dinheiro do povo.
Há líderes que prometem a cura imediata e outras bençãos, mas só para quem cumprir a receita do despacho. Exemplo: este mês você vai dar 30% por cento do que você ganha. Você vai comprar a garrafa da água ungida e ao tomar será aliviado de todas as suas dores.
O mundo que vivemos é o mundo do imediatismo e as pessoas querem resolver seus problemas aqui e agora. Esse falso evangelho promete isso e as pessoas são enganadas. Muitos são curados porque a fé não depende desses despachos. Mas a maioria é enganada. Jesus disse que nos últimos dias se levantariam falsos profetas e enganariam a muitos. Jesus nunca deu receita para despachos, nunca se interessou pelo ter do ser humano, mas pelo ser. O ser vale mais do que o mundo disse Jesus. O evangelho verdadeiro valoriza o ser e não o ter.
Dai que este sincretismo tem se infiltrado também no meio evangélico e com ele uma alavancagem de heresias.
O despacho se caracteriza pela a ação de quem tem fé no despacho. A pessoa procura um feiticeiro e este feiticeiro dá a receita do despacho, exemplo: 7 velas pretas, 7 velas vermelhas, 7 velas brancas, uma galinha, um pote de barro, milho, bolo, bebida e mil reais para o despachante, ou seja o guru que cobra para fazer o despacho. Agora, o que faz o evangelho misturado que não é o genuíno da palavra de Deus.Ele pega a fraqueza desta cultura que está fortemente enraizada no inconsciente do brasileiro porque termos raízes, viemos de uma religião e usa como isca para enganar os que acreditam no despacho gospel.
Exemplo: hoje você vai fazer a sua oferta de mil reais, é a semente de mil reais. Hoje você vai dar tudo que você tem, seu carro, sua casa. Quem não aceitar a receita não tem fé e não acredita no milagre. Hoje você vai fazer um desafio, ou tudo ou nada. Hoje você vai fazer a sua oferta de sacrifício. Hoje você vai comprar o lenço suado com suor do apóstolo e vai esfregar em todos os móveis da sua casa para dar sorte. Cada lenço custa cem reais. Amanhã estaremos vendendo o sabonete ungido e depois de amanhã estaremos vendendo o óleo ungido e sal de Israel. Quem crer no despacho será abençoado, quem não crer vai ser amaldiçoado, ou dá ou desce como disse um líder religioso ensinando outros líderes a arrancar dinheiro do povo.
Há líderes que prometem a cura imediata e outras bençãos, mas só para quem cumprir a receita do despacho. Exemplo: este mês você vai dar 30% por cento do que você ganha. Você vai comprar a garrafa da água ungida e ao tomar será aliviado de todas as suas dores.
O mundo que vivemos é o mundo do imediatismo e as pessoas querem resolver seus problemas aqui e agora. Esse falso evangelho promete isso e as pessoas são enganadas. Muitos são curados porque a fé não depende desses despachos. Mas a maioria é enganada. Jesus disse que nos últimos dias se levantariam falsos profetas e enganariam a muitos. Jesus nunca deu receita para despachos, nunca se interessou pelo ter do ser humano, mas pelo ser. O ser vale mais do que o mundo disse Jesus. O evangelho verdadeiro valoriza o ser e não o ter.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
CAI A MÁSCARA DE MIKE MURDOCK que morde seu dinheiro
Salomão ficou famoso nas páginas da Bíblia por sua sabedoria, bem como pelas mulheres que colecionou e pela lendária fortuna que acumulou. Entre os televangelistas que fizeram fama no mundo gospel, alguns ficaram conhecidos por ministérios de cura, outros por enfatizar a prosperidade e alguns por afirmarem ser capazes de realizar milagres.
O pastor Mike Murdock se diferencia entre a maioria deles por enfatizar justamente a necessidade de sabedoria. Ele escreveu dezenas de livros sobre o assunto e criou, inclusive, o Centro de Sabedoria, sede de seu ministério em Fort Worth, Texas.
Mas quando ele se tornou famoso, aparecendo em programas diversos e sempre comparando a busca por sabedoria com o acúmulo de riquezas, passou a chamar atenção de muita gente dentro e fora da igreja.
O jornal texano Star-Telegram fez, em 2003, uma série de reportagens investigativas sobre O Centro de Sabedoria e o ministério de Mike Murdock. A questão levantada pelos repórteres era o acúmulo de riquezas por um pastor que afirmava manter uma organização sem fins lucrativos. O jornal, dedicou um grande espaço para mostrar os jatinhos e carrões que ele possuía, além dos esplendores da imensa propriedade de 7 hectares que Murdock mantém em Argyle, Texas.
Naquela ocasião, o Star-Telegram contou com o apoio da Trinity Foundation [Fundação Trindade], que se descreve como uma organização disposta a “monitorar e investigar a fraude religiosa desde 1987”. O próprio pastor Mike contou, quando esteve no Brasil, que depois de muitas investigações do departamento de Imposto de Renda e do jornal, nada ficou provado e ele nunca foi condenado.
Em 2011, novamente Mike Murdock e seu ministério estão sendo acusado de fraudes, mas de uma maneira diferente. O ex-missionário Brian “Trey” Smith publicou um livro chamado “Thieves: A dirty TVpastor and the man who robbed him” [Ladrões: um pastor da TV desonesto e o homem que o roubou], onde descreve, com riqueza de detalhes, os bastidores do ministério de Murdock e sua obsessão, a exemplo de Salomão, por mulheres e riquezas.
Em 1998, Trey estudava no seminário Cristo para as Nações, em Dallas. Seu melhor amigo naquela época era Jason Murdock, filho único do pastor Mike. Ele diz que rapidamente passou a ficar íntimo da família e passava horas na mansão da família e conheceu uma “sala secreta”, que possuía alarmes eletrônicos e abrigava um grande forte.
Trey e Jason passavam horas naquela sala, experimentando os caros relógios Rolex, pulseiras de ouro e anéis de diamante, jogando cara ou coroa com valiosas moedas antigas e folheando uma grande coleção de revistas pornô. Eles também faziam uso de bebidas alcoólicas e drogas.
Aos poucos, Trey relata que foi ficando com raiva de ver o pastor Murdock aparecer na TV o tempo todo falando sobre Deus enquanto vivia uma vida que não condizia com suas pregações. Ele relata que o pastor Murdock mantinha um mini-zoológico, que incluía inclusive um leão de estimação, várias limusines e vivia acompanhado de prostitutas de luxo.
Em seu livro ele descreve a situação assim:
“Considerava a sala secreta de Mike uma conta pessoal, onde podia fazer saques pequenos enquanto, em troca, mantinha minha boca fechada. É um fardo viver em uma bolha cristã, sem nunca poder falar sobre o paraíso escondido do pregador, com prostitutas siliconadas, brinquedos sexuais, pornografia pesada, e tudo que o dinheiro podia comprar… Em minha mente, era tudo um comércio, um arranjo sórdido…
Naquela época, eu entrava no closet do pai do meu melhor amigo como o cara que descobriu a tumba do faraó. Havia caixas e caixas de anéis, braceletes e colares de ouro, moedas raras e uma desorganizada coleção de selos muito valiosos… Mas nada se comparava ao que imaginávamos haver dentro do grande cofre, que ficava no meio do quarto. Nunca conseguimos abri-lo, mas passei a deseja-lo. Sonhava com isso, fantasiava como seria… Não queria apenas roubar o seu dinheiro… Mais do que isso, eu tinha realmente aprendido a odiar aquele homem e tudo que ele representa.
Odiava as mentiras, o engano, a ganância, os acordos de bastidores, os segredos, o sexo e toda a dor que ele causava aos cristãos falando sobre a necessidade de eles terem fé no “deus dólar”. Para mim, dentre os televangelistas, Mike Murdock era o pior. Enquanto o mundo estava assistindo-o pregar de terno, gravata e Bíblia aberta em suas telas de televisão, eu conhecia os lugares que ele nunca mostraria perante as câmeras.
Eu sentia que todos seus mantenedores tinham sido injustiçado. Iria apenas consertar as coisas. Eu sabia que praticamente nada daquele dinheiro era destinado para o que Murdock chamava de “instituições de caridade.”Eram apenas uma fachada que ajudavam a manter seu desejo por ter ouvintes obedientes, posses terrenas, contas bancárias de grande porte, mulheres bonitas, escapadas sexuais e sede de poder. Por todas estas razões, eu não me sentia nem um pouco mal por tomar até o último centavo que ele tinha. Eu não era herói. Eu tinha me tornado um canalha sujo e podre como todos eles.”
Trey acabou usando seus conhecimentos e familiaridade com a mansão para roubar o cofre de Murdock enquanto ele estava em sua viagem anual a Israel em 1999. Sabendo a combinação dos alarmes, entrou na sala secreta e fugiu para o México. No relatório para a polícia, Murdock afirmou que no cofre havia 125 mil dólares, nos vídeos disponíveis na internet ele diz que foram milhões. Trey afirma que foi tudo uma armação, o pastor teria colocado pilhas de papel cortadas do tamanhão de notas verdadeiras e escrito um bilhete dizendo que jamais perdia, que sua fortuna estava a salvo no banco e que iria atrás do ladrão. Com medo do que podia acontecer, Trey fugiu para o México sem dinheiro e com mais raiva ainda do pastor.
Depois de extensa investigação nos Estados Unidos, provas contra Trey foram reunidas, mas ele estava fora do alcance da lei americana. Murdock então contratou investigadores particulares que o rastrearam quando ele voltou para os Estados Unidos.
Ele respondeu por esse roubo e outras acusações e cumpriu pena numa penitenciária durante quase uma década. Enquanto estava preso, escreveu boa parte seu livro, onde diz relatar com detalhes muitos outros segredos do ministério de Murdock e também de outros pastores conhecidos.
Trey Smith agora se diz arrependido e livre das drogas, e que deseja mostrar ao mundo que está mudado. Afirma ter se reconciliado com Deus, mas continua disposto a mostrar quem realmente é o pastor Mike Murdock. Além de publicar Thieves de maneira independente em forma impressa e como ebook, Trey mantém o site godinanutshell.com que oferece várias informações sobre seu passado e traz “provas” de seu roubo e de todas as acusações que faz.
A revista texana D Magazine publicou o primeiro capítulo do livro e tentou ouvir o pastor Murdock ou alguém que pudesse falar em nome do Centro de Sabedoria. Não teve resposta.
Traduzido e adaptado por de Dmagazine e Trinityfiaa
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
ONZE ANOS QUE COMEMORAMOS A DERROCADA DAS TORRES GEMEAS
Há três mil e duzentos anos comemoramos a derrocada das duas torres do templo de Dagom pelo poder do Espírito Santo nos braços de Sansão. E houve mais prejuízo para os Filisteus na morte de Sansão do que em todo seu ministério de vinte anos que julgou Israel.
Há dois mil e doze anos comemoramos a derrocada das duas torres da morte e do inferno, quando Jesus morreu na cruz do calvário e houve mais prejuízo para o poder das trevas esse fato do que em todo o ministério de Jesus, sem falar na sua ressurreição que culminou com a vitória sobre todas as potestades.
Há onze anos comemoramos a derrocada das duas torres gêmeas, símbolo do capitalismo selvagem, manipulador monopolista e protecionista que permeou a política econômica internacional nos últimos cinquenta anos sob o auspício de Mamon
Jesus rejeitou acordo com Mamon quando não aceitou facilidades econômicas em detrimento da miséria alheia ao rejeitar transformar pedra em pão. Jesus rejeitou o poder político predador ao rejeitar se ajoelhar para Satanás.
O sistema econômico que valoriza o ter em detrimento do ser, que manipula e monopoliza o modo de produção internacional. O sistema econômico que vive de manipulação econômica e usa este monopólio para perpetuar injustiças pelo mundo afora matando milhares de inocentes com o terrorismo econômico, tem que morrer mesmo. Este sistema representado pelas torres tem que morrer e temos que comemorar.
O Brasil foi vítima deste sistema por mais de quarenta anos. Hoje somos livres, não devemos mais ao FMI, ao contrário emprestamos ao FMI.
Jesiel Padilha
Há dois mil e doze anos comemoramos a derrocada das duas torres da morte e do inferno, quando Jesus morreu na cruz do calvário e houve mais prejuízo para o poder das trevas esse fato do que em todo o ministério de Jesus, sem falar na sua ressurreição que culminou com a vitória sobre todas as potestades.
Há onze anos comemoramos a derrocada das duas torres gêmeas, símbolo do capitalismo selvagem, manipulador monopolista e protecionista que permeou a política econômica internacional nos últimos cinquenta anos sob o auspício de Mamon
Jesus rejeitou acordo com Mamon quando não aceitou facilidades econômicas em detrimento da miséria alheia ao rejeitar transformar pedra em pão. Jesus rejeitou o poder político predador ao rejeitar se ajoelhar para Satanás.
O sistema econômico que valoriza o ter em detrimento do ser, que manipula e monopoliza o modo de produção internacional. O sistema econômico que vive de manipulação econômica e usa este monopólio para perpetuar injustiças pelo mundo afora matando milhares de inocentes com o terrorismo econômico, tem que morrer mesmo. Este sistema representado pelas torres tem que morrer e temos que comemorar.
O Brasil foi vítima deste sistema por mais de quarenta anos. Hoje somos livres, não devemos mais ao FMI, ao contrário emprestamos ao FMI.
Jesiel Padilha
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